2011/09/09

Fotos com gente dentro #2

Feira Medieval, Óbidos
Canon 450D; ISO 200; 1/160seg; f/1,8; 50mm
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2011.119

2011/09/07

Arrastamento

Praia do Vale Furado, Marinha Grande
Canon 450D; ISO 100; 0,6seg; f/29; 51mm
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2011.118

2011/09/06

Fotos com gente dentro

Feira Medieval, Óbidos
Canon 450D, ISO 200; 1/160seg; f/1,8; 50mm
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2011.117

2011/09/02

Elefante

Copenhaga, Dinamarca
Canon 450D; ISO 200; 1/160seg; f/3,5; 18mm
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Este elefante é um elemento decorativo das colunas de uma parte antiga da fábrica da cerveja Carlsberg. A estrada passa por baixo de uma espécie de torre que tinha um alçapão. Penso que seria para carregar a cerveja para camiões... A torre é o elemento mais decorado da fábrica.
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2011.116

2011/09/01

Gélida

Janeiro de Cima, Fundão
Canon 450D; ISO 100; 1/5seg; f/10; 18mm
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No meio da minha saída matinal por Janeiro de Cima encontrei uma senhora que se preparava para ir lavar a roupa num tanque público em frente à casa dela. Eram aí umas 8h nesta altura e estavamos numa muito fria manhã de Fevereiro. Arrepiado meti conversa com a senhora... afinal tinha máquina de lavar, aquilo era só por 'passatempo'!
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2011.115

2011/08/31

Nebelina matinal

Janeiro de Cima, Fundão,
Canon 450D; ISO 100; 1/250seg; f/6,3; 18mm
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Acho que nunca me tinha levantado cedo de propósito para ir caçar umas fotos... quanto a vocês não sei, mas eu acho que valeu a pena o sacrifício por esta e pela próxima foto.
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2011.114

2011/08/25

Lixo

Ferryboat de Naxos para Atenas
Canon 450D, modo automático (para não dar muito trabalho)
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Grécia e lixo têm uma relação muito estreita ultimamente... prefiro não fazer comparações com a situação portuguesa.
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2011.113


2011/08/24

Chez Michaellis

Koronos, Ilha de Naxos, Grécia
Canon 450D; ISO 200; 1/400seg; f/3,5; 22mm.
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As fotos contam histórias... esta é testemunho de um dos almoços mais 'castiços' que já tive. Na ilha de Naxos, resolvemos alugar um carro para fazer uma visita, já que a ilha era demasiado grande para ir de moto4 como tinhamos feito em Mykonos. Passámos por uma aldeia perdida no meio dos montes, onde a estrada passava 'por cima' e a aldeia descia até ao rio no fundo do vale. Descemos pelo meio das hortas, dos currais, etc. No meio da aldeia havia uma pequena tasca onde tentámos almoçar. Pedimos uma salada. A dona disse que sim, mandou-nos sentar numa mesa no meio da estrada debaixo de uma parreira, foi buscar água à fonte e meteu-nos dois copos. Depois saiu e foi à horta buscar os tomates e os pepinos... Entretanto várias pessoas da aldeia vieram ver os aliens, entre elas o Michaellis, um senhor muito castiço com aparência de 50 anos e cujo hálito indicava sem sombra de dúvida que trabalhava como enólogo da aldeia! O mais surpreendente é que falava um inglês extremamente perceptível. Não é o primeiro caso que conheço em que o álcool desinibe as pessoas para a fala de línguas estrangeiras...
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2011.112